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Património

Património Edificado

Bens Artísticos e Culturais Móveis

Espólio Documental

As Paróquias da Baixa-Chiado são herdeiras de um rico património cultural e artístico gerado para e pela vida litúrgica da Igreja e associada intimamente à vivência permanente, continuada e ininterrupta da população da cidade. Manter esta marca viva, aprofundá-la e potenciá-la é uma exigência e um desafio permanente à nossa capacidade de exercer o magistério pastoral da memória e da beleza.

Enquanto expressão da memória histórica, os bens culturais permitem redescobrir o caminho da fé através das obras de diversas gerações.

Pelo seu valor artístico, manifestam a capacidade criativa dos artistas.

Pelo seu conteúdo cultural, transmitem à sociedade actual a história individual e comunitária da sabedoria humana e cristã.

Pelo seu significado litúrgico, estão dirigidos especialmente para o culto divino. Pelo seu destino universal, permitem que cada pessoa possa usufruir dos mesmos, sem se tornar seu proprietário exclusivo.

O esforço da conservação e restauro das nossas igrejas, que tem mobilizado muito das nossas energias, são uma expressão desta urgência pastoral que valoriza a actuação e presença da Igreja no tempo.

A conservação e a fruição deste legado serve para descobrir e reviver os testemunhos de fé das gerações passadas através de sinais sensíveis, conduz-nos à percepção da beleza impressa nas obras antigas e modernas e está destinado a orientar os corações, as mentes e as vontades para Deus.

As Paróquias da Baixa-Chiado, a Igreja presente neste coração da cidade, têm o dever de transmitir às novas gerações as riquezas da cultura cristã, fruto de uma harmoniosa síntese entre a fé cristã e o génio dos povos. Ontem, como hoje, somos chamados a anunciar Cristo Salvador do homem e do mundo, a celebrar o mistério cristão, a proclamar da Palavra de Deus, a aprofundar a experiência comunitária e de vida orante, a testemunhar ousadamente a fé, a anunciar com alegria o reino de Deus, a propor a exigência da vida cristã e a ousar persistentemente o serviço da caridade.

Ontem, como hoje, somos igualmente chamados a valorizar o património artístico e cultural, a ter cuidado no arranjo das igrejas, a promover um ambiente e serviços acolhedores, a proporcionar a abertura das igrejas a horas adequadas. Os bens culturais estão também ao serviço da missão da Igreja, e esta é levar Cristo ao coração de cada pessoa, razão pela qual o uso apropriado dos bens culturais é uma exigência pastoral. Contribuindo para o ensino do sentido da história, da beleza e do sagrado mediante o seu uso adequado, podemos perceber mais nitidamente como os “lugares” do cristianismo estiveram e estão destinados ao acolhimento, à oração e à pregação do “evangelho da caridade”.

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