Tomás Castel-Branco

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Testemunho

Chamo-me Tomás Castel-Branco, tenho 28 anos e sou diácono do Patriarcado de Lisboa, desde o passado dia 01 de Dezembro de 2019. Estou convencido que Deus me foi conduzindo para Si desde pequeno chamando-me, em primeiro lugar, pela ajuda da minha família, com quem aprendi a rezar e a ter uma amizade com Jesus.

Ao longo dos 8 anos que estudei no Colégio Salesiano de Lisboa, comecei a fazer voluntariado e entrei no movimento juvenil salesiano e, assim, Deus foi cultivando no meu coração uma generosidade para estar atento aos que me rodeavam. Entre as peripécias próprias da adolescência e, mesmo no meio de amizades que me puxavam para um afastamento de Deus, tive a alegria de ser convidado para conhecer as equipas de jovens de Nossa Senhora sem qualquer perspetiva de vir a fazer ser “equipista” porque na verdade só fui para que não insistissem mais para eu ir. Nas equipas, Jesus chamou-me a viver a oração como uma amizade diária com Ele, e junto com isso, deu-me muitas amizades que ainda hoje perduram e que me ajudam a crescer na santidade.

O meu irmão conheceu o Pe. Hugo Santos, apresentou-mo e, posteriormente, comecei a ter direcção espiritual com ele. A proposta exigente que me era feita em S. Nicolau para que vivesse com alegria e fidelidade a amizade com Deus foi fundamental para Lhe perguntar: “Senhor, o que queres de mim?”. Assim, pela adoração ao Santíssimo, pelo cuidado amoroso na Missa, a possibilidade de me confessar em qualquer momento e o testemunho sacerdotal do Pe. Mário Rui e do Pe. Hugo Santos fui percebendo que Deus me chamava ao sacerdócio. Durante o curso de Sistemas e Tecnologias de Informação que tirei na Nova IMS, fiz missão país que também foi importante para o discernimento vocacional. O exemplo de amigos que, de forma destemida, com alegria e um grande amor a Deus iam anunciar a grandeza de ser cristão ajudaram-me a anunciar mais explicitamente Jesus.

Assim, apesar de nem sempre lhe ter sido fiel ao longo destes anos, hoje sou agradecido porque Ele não desistiu de mim e me chama a entregar-Lhe toda a vida para que mais pessoas O conheçam e amem e, assim, possam confiar n’Ele lutando pela felicidade para sempre que Deus a todos promete, independentemente da vocação específica de cada um. É-me muito claro que Deus não me chama pelos meus méritos, mas que me chama para que, no meio da minha fragilidade, seja mais visível que o bem que por mim passar é pelo Seu poder e por amor para com todos os que Ele ama.

Sem sacerdócio não há Igreja e, sem Igreja, não há Deus, portanto é bom recorrer aos padres a propósito e a despropósito para que Deus esteja presente nas nossas vidas, mas também, é necessário que no seio das famílias se eduque os filhos para fazer a vontade de Deus falando do sacerdócio aos rapazes como uma entrega de alegria por ser Homem de Deus ao serviço de todos! Que as famílias gerem padres, assim peço a Deus! E a quem teve a paciência de gastar tempo a ler isto, muito obrigado pela perseverança e pela oração que desde já também peço, garantindo também a minha oração por si.