Papa pede corações despertos para Deus
O Papa desafiou esta quarta-feira em Roma as comunidades católicas a nunca deixarem esmorecer a sua busca por Deus e pelo bem, durante a missa de abertura do 184.º Capítulo Geral da Ordem de Santo Agostinho. No dia da festa litúrgica de Santo Agostinho de Hipona (354-430), Francisco recordou a mensagem deixada por aquela figura da Igreja, que acreditava que em todas as pessoas havia uma inquietude por Deus.
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Ao meio-dia em ponto o Papa Francisco surgiu na janela do Palácio Apostólico para a celebração do Angelus. Na sua mensagem o Santo Padre voltou ao tema da salvação, a propósito do Evangelho deste Domingo, em que Jesus aponta ser mais importante conhecer o caminho da salvação do que saber se serão muitos os que se salvam. A porta é estreita diz-nos Jesus, uma porta que representa a nossa casa, o lugar onde encontramos segurança, amor e calor. Portanto, há uma porta para entrar na família de Deus. Essa porta é Jesus.
«Bem-aventurados os pobres» é o título da nova encíclica em que Francisco está a trabalhar, centrada na pobreza, tema de eleição do Papa. Segundo a Rádio Vaticano, o texto deverá interpretar a pobreza do ponto de vista evangélico e não no sentido ideológico ou político, como o próprio Francisco já referiu.
O Papa Francisco rezou o Angelus deste domingo, 18 de agosto, da janela da residência pontifícia, no Vaticano, com milhares de fiéis e peregrinos presentes na Praça São Pedro.
No Angelus de ontem, quinta-feira, o Papa recordou também o 25º aniversário da Carta apostólica Mulieris dignitatem, do beato João Paulo II, sobre a dignidade e a vocação da mulher. Trata-se de um documento “rico de elementos que merecem ser retomados e desenvolvidos” – disse o Pontífice.